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Em todo o tempo - Por Pr. Gesanias de Oliveira

Texto: Eclesiastes 9.1-8 “Em todo o tempo” Introdução: Eclesiastes é um livro de um tratado sobre a filosofia correta de vida. E um excelente exemplo de literatura de sabedoria do antigo testamento. O pensamento destes 12 capítulos da voltas, sobe e desce, e as vezes parece pessimistas e as vezes otimistas. Embora Deus seja mencionado 20 vezes, 27 fatos preocupam o autor trazendo 4 problemas principais. No capitulo 2 a vida e a injustiça, no capitulo 8 o mundo é impenetrável, no capitulo 11 o futuro é incerto, e no capitulo 9 a morte é obscura. E no fim de sua vida o sábio descreve que nesse no capitulo 12 que de “ vaidade a vaidade” tudo é vaidade... I Capitulo 9.2- do que o homem não consegue fugir??? E isso não importa a sua classe social, a cor da sua pele, se mora no Morumbi ou se mora em uma favela. A morte é certa para todos. II No capitulo 9.4- Que serventia tem acompanhar um morto, o que está morto não sabe para onde vai, e por isso que acompanhamos os vivos, pois com eles há esperança. Os vivos sabem que vão morrer, mas os mortos uma vez que morreram não sabem coisa alguma... III No capitulo 9.6- Quando uma pessoa mal morre, ate seu amor, sua maldade, seu ódio, a sua inveja, já pereceram. Quem se lembra de Vladimir Lenin, ou Mussolini, Stalin, ou ate mesmo Hitler, só são lembrado por conta dos livros de historias. Suas obras estão esquecidas e será lembrada naquele dia o dia do julgamento final. Levante a sua cabeça, o que passou, passou. Não sei o que fizeram de mal pra você, deixe que se cumpra a palavra de Deus na sua vida “as coisas velhas se passaram, e eis que tudo se fez novo”. Deixe que o juízo de Deus se cumpra em cada circunstância de sua vida. IV Ò  Há um conselho do sábio para você Ò  No cap.9.7- ele diz: Vai e come com alegria o teu pão, e bebe com bom coração o teu vinho. Ò  Hoje há uma palavra profética para a sua vida. Ò  Hoje o Senhor tira da sua boca o gosto amargo que tem sentido há algum tempo, hoje o Senhor  te dá de beber e essa bebida tem sabor de mel, tem gosto de vitória, diz o Senhor para sua vida hoje... Ò  Hoje o Senhor diz: come se alimente dessa palavra e anima-te, pois um novo dia raiara pra você. V “Em todo o tempo” seja alva as tuas vestes, e nunca falte o óleo sobre a sua cabeça. A o tempo da vida, que é o período da gestação, que são 9 meses.

Talvez você esteja esperando algo para sua vida da parte de deus.

e o sábio diz: que “há tempo determinado para todas as coisas em cima no céu e em baixo na terra”. Hoje há uma resposta de Deus para a sua vida. VI Seja alva as tuas vestes Não vai ser por conta dessas lutas que você vai trocar a sua vitória por um prato de lentilhas. Não vai ser por causa dessas acusações que você vai desistir. Ò  Não vai ser por causa dos seus filhos Ò  Não vai ser por causa do teu marido ou da sua esposa que você vai manchar o que Jesus purificou
Em todo o tempo seja alva as tuas vestes... Ò  “nunca falte o Óleo sobre a sua cabeça”. Ò  Não pode faltar Graça de Deus sobre a sua vida. Ò  Não pode faltar unção de Deus sobre a sua vida. Ò  Não pode faltar a adoração a Deus nos seus lábios.     Fonte: http://blogdopastorgesaniasdeoliveira.blogspot.com.br


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Como o cristão deve celebrar o Natal - Por Ciro Sanches Zibordi - CPAD News

O cristão que tem bom senso participa, de modo prudente, das confraternizações de fim de ano, com a família e os amigos, na igreja ou até mesmo com os colegas de trabalho. Quanto ao Natal, especificamente, toda a cristandade deveria participar dessa celebração com muita alegria e gratidão a Deus, mostrando ao mundo que o Senhor Jesus é o verdadeiro protagonista do Natal.

Em Mateus 2.1-12, aprendemos com os magos do Oriente a celebrar o verdadeiro Natal de Cristo, que nada tem a ver com Papai Noel, árvore enfeitada e colorida, bacalhau, peru, pernil, panetone, rabanada, amigo oculto (ou secreto), etc. Embora tudo isso faça parte das confraternizações de fim de ano, é importante não ignorarmos o verdadeiro significado do Natal.

Os magos do Oriente eram sábios (estudiosos dos astros), originários, possivelmente, da Pérsia. O romanismo diz que eles eram três reis e os chama de Melquior, Baltasar e Gaspar. A Palavra de Deus se limita a identificá-los como “uns magos” (Mt 2.1). Deduz-se que eram três por causa do número de presentes oferecidos ao Menino: ouro, incenso e mirra. Mas quem pode garantir o que e em qual quantidade cada um dos magos ofertou?

Os magos não visitaram o Menino quando Ele estava em uma manjedoura, como vemos nos presépios romanistas. Quando aqueles sábios estiveram com o Senhor Jesus, viram-no em uma casa (Mt 2.11). E Ele já tinha pelo menos dois anos de idade, visto que Herodes Magno, depois de chamar os magos e inquirir “exatamente deles acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera” (v.7), “mandou matar todos os meninos que havia em Belém e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos” (v.16).

Aos magos interessava encontrar o Menino. Eles “perguntaram: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus?” (Mt 2.2a). Nessa época do ano, poucos se lembram do Aniversariante! Mas o Senhor Jesus não pode ser ignorado. Em nenhum outro há salvação (At 4.12; Jo 10.9). Ele é único Mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5; Hb 7.25). Somente Ele nasceu sem pecado. Somente Ele viveu sem pecado. Somente Ele morreu por nossos pecados. E somente Ele ressuscitou para a nossa justificação!

Os magos desejavam adorar o Menino. “Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos a adorá-lo”, disseram (Mt 2.2b). Eles não queriam adorar a estrela. Eles não queriam adorar a mãe do Menino. Eles queriam adorar o Rei dos reis e Senhor dos senhores! Os magos se alegraram ao achar o local onde estava o Menino. Eles seguiram a estrela que viram no Oriente. E, quando ela se deteve, souberam onde estava o Senhor Jesus e “alegraram-se muito com grande júbilo” (Mt 2.10).

Os magos se alegraram antes de ver o Menino! Muitos precisam ver para crer, mas o verdadeiro adorador adora a Jesus mesmo sem vê-lo. Lembre-se do que o Senhor disse ao incrédulo Tomé: “Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram!” (Jo 20.29).

Os magos abriram os tesouros. Eles tinham algo para oferecer ao Menino (Mt 2.11). Muita gente, nessa época de festas, só quer receber. Elas pensam que Deus é como o Papai Noel... Mas nós devemos oferecer algo ao nosso Senhor e Salvador: “Que darei eu ao SENHOR por todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR” (Sl 116.12,13).

Os magos ofereceram dádivas ao Menino. Eles levaram consigo ouro, incenso e mirra (Mt 2.11). O número três fala de uma oferta completa (Sl 103.1,2; 1 Ts 5.23). O ouro, metal nobilíssimo, representa a nossa adoração em espírito e em verdade (Jo 4.23,24). O incenso — que, no Tabernáculo e no Templo, era formado por quatro especiarias (estoraque, onicha, gálbano e incenso puro) — alude aos nossos louvor, ações de graça, intercessões e súplicas pessoais, que sobem perante a face do Senhor como cheiro suave (Sl 141.2; Ap 5.8). E a mirra, um perfume extraído de plantas especiais, fala do nosso “bom cheiro” (2 Co 2.15).

Os magos foram guiados por Deus. Eles foram “por divina revelação avisados em sonhos para que não voltassem para junto de Herodes” (Mt 2.12). O crente que conhece o verdadeiro sentido do Natal não é guiado por horóscopo nem por conselhos de ímpios. Ele é guiado pela Palavra de Deus (Sl 119.105) e pelo Espírito Santo (At 8.29).

Os magos partiram por outro caminho. Quem adora a Jesus de verdade encontra uma saída. Assim como o povo de Israel, nos dias do profeta Ezequiel, entrava por uma porta e saía por outra (Ez 46.9), os verdadeiros adoradores entram pela “porta do problema” e saem pela “porta da solução”; entram pela “porta da enfermidade” e saem pela “porta da cura”. E assim por diante. Lembre-se das palavras do protagonista do Natal: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” (Jo 10.9).

Happy Christmas with Jesus Christ!

Ciro Sanches Zibordi Fonte: CPAD News


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Jesus Cristo, obstáculo ao diálogo religioso? Por Pr. Esdras Bentho

“É possível manter tudo o que a fé cristã confessa de Jesus Cristo sem incorrer em uma atitude de superioridade e tornar impossível o diálogo inter-religioso?”. Essa pergunta-chave a respeito do tema em epígrafe está no epicentro das controvérsias cristológicas da modernidade.

Duas principais correntes se destacam no debate teológico. A primeira procura “des-absolutizar a cristologia” apresentando Jesus apenas como uma “manifestação salvífica de Deus, mas não o realizador da mesma”. A segunda, diametralmente oposta, não apenas afirma que Jesus é a manifestação salvífica, mas o próprio realizador exclusivo, singular e definitivo da salvação. Esta última conforma-se à Escritura, à Tradição e às formulações da fé cristã, enquanto aquela encontra seus fundamentos no pluralismo e na ciência da religião.

A recepção e interpretação dos dados da revelação na experiência humana se constituem o leitmotiv da querela. Visto que a experiência salvífica de Deus transcende ao homem e se revela como mistério, não haverá uma expressão que a esgote e seja absolutamente adequada. Contudo, a partir de certo horizonte sócio-cultural mediatizada por perguntas que se fazem no contexto e das categorias explicativas disponíveis na ocasião, é possível “balbuciar o mistério salvífico”. Tal foi a tentativa dos Concílios universias da igreja em formular para sua época uma expressão inteligível dos mistérios da fé, como também se propõe (ou deveria se propor) a apologética moderna.

No atual debate do diálogo inter-religioso a pessoa de Jesus Cristo torna-se mais uma fez o foco. Historicamente, o cristianismo tem afirmado a exclusividade e a singularidade da salvação mediatizada e realizada por Jesus. E muito embora se reconheça uma ação da Trindade Econômica para além das fronteiras cristãs, os cristãos não admitem de maneira semelhante mediadores salvíficos na mesmíssima categoria de Jesus Cristo noutras religiões. Essa posição da fé cristã tem sido atenuada e posta em dúvida na modernidade para possibilitar o diálogo inter-religioso. Teólogos como R. Panikkar, M. Amadoss, R.Haight, P. Knitter e J. Hick entendem essa exclusividade como uma forma de superioridade e intransigência do cristianismo que impede o diálogo com outras religiões. Esses teólogos reinterpretam o caráter “único” de Jesus Cristo e o caráter “universal” de sua salvação, como um “símbolo cristão de toda realidade” (Panikkar), “ação universal do Logos não localizado num só ponto” (Amadoss), “presença de outros salvadores além de Jesus Cristo” (Haight/ Knitter), ou “capacidade de outros seres humanos poderem manifestar e mediatizar como Jesus o amor Deus” (Hick).

Todos esses teólogos reduzem e atenuam a revelação de Deus em Jesus Cristo e a singularidade da salvação por Ele mediatizada e efetuada. Todavia, suas teorias podem ser refutadas. A pretensão desses teóricos é simpática, mas não suficiente. Vejamos:

Primeiro, pela natureza pecaminosa dos supostos mediadores que por sua labilidade, pecaminosidade, egoísmo, interesse próprio e cobiça “turvam, deformam e falsificam a ação de Deus”.

Segundo, embora o Espírito de Deus tenha agido fora dos limítrofes do cristianismo ninguém ou nenhum suposto mediador, líder ou sábio (Yajnavalkya no hinduísmo; Mahavira no jainismo; Siddartha Gautama no budismo; Lao-tsé no taoísmo, etc.) recebeu-O ou acolheu-O totalmente e de um modo único como Jesus Cristo.

Terceiro, ao se verificar afundo essas religiões acima percebe-se como sua economia salvífica distingue-se da cristã, enfatizando obras e auto-conhecimento (karma marga e jnana marga no hinduísmo, por exemplo), purificação por meditação e ascetismo (jainismo), a negação de um divindade e o reconhecimento do próprio líder como divino (jainismo cujo líder Mahavira, o vigésimo-quarto tirthankara, negava a ideia de um ser suprema mas foi deificado por seus seguidores), entre outras questões cuja natureza e objeto não apenas distingue-se da salvação cristã em Cristo como também se opõe a revelação de Deus em Cristo.

Quarto, aceitar novos mediadores na mesma categoria de Jesus Cristo é negar o núcleo da fé cristã. Jesus não é apenas mais alguém na história que revela alguma coisa de Deus na imperfeição própria da condição humana. Ele é o único Salvador, não somente mediação manifestativa ou normativa, mas constitutiva da salvação. Ele é o Filho de Deus e por isso mediador único e universal da salvação e do próprio Deus. Jesus é uma pessoa concreta da revelação única e exclusiva de Deus e não uma expressão contextualizada dessa revelação.

Quinto, a ação do Espírito Santo como testemunhado pelas Escrituras não se acha da mesma forma ou equivalentes noutras religiões. Ele se manifesta fora do corpo visível da Igreja, mas não atua nos adeptos dessas religiões como ministra aos fiéis em Cristo, transformando-os em “outros Cristos”, “filhos no Filho”, assumindo a natureza concreta de Jesus.

Deste modo não há qualquer soberba, intransigência ou superioridade ao se afirmar que Jesus Cristo é o único realizador da salvação. Se é verdade que esta expressão da fé cristã tenha sido usada arrogantemente na história, como forma de dominação e eliminação de outras religiões, igualmente é verdadeiro que esse não foi o procedimento de Jesus Cristo. Ele esteve sempre próximo dos marginalizados, dos excluídos, dos pobres. Ele não discriminava ninguém por sua etnia, classe social, riqueza e privilégios. Jesus sempre revelou o amor incondicional de Deus pelo ser humano. Como, portanto, pode ser arrogante afirmar a salvação exclusivamente naquele que a todos amou indistintamente? Que prepotência pode haver naquele cuja natureza, missão e serviço são declarados positivamente em Filipenses 2? Assim como devemos separar a pedra do diamante, o ouro de sua impureza, devemos distinguir Jesus Cristo das expressões históricas do cristianismo.

Esdras Costa Bentho

Mestre em Teologia, PUC,RJ   Fonte CPADNEWS.com.br


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Deuteronômio - 28:11

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