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Jesus Cristo, obstáculo ao diálogo religioso? Por Pr. Esdras Bentho

“É possível manter tudo o que a fé cristã confessa de Jesus Cristo sem incorrer em uma atitude de superioridade e tornar impossível o diálogo inter-religioso?”. Essa pergunta-chave a respeito do tema em epígrafe está no epicentro das controvérsias cristológicas da modernidade.

Duas principais correntes se destacam no debate teológico. A primeira procura “des-absolutizar a cristologia” apresentando Jesus apenas como uma “manifestação salvífica de Deus, mas não o realizador da mesma”. A segunda, diametralmente oposta, não apenas afirma que Jesus é a manifestação salvífica, mas o próprio realizador exclusivo, singular e definitivo da salvação. Esta última conforma-se à Escritura, à Tradição e às formulações da fé cristã, enquanto aquela encontra seus fundamentos no pluralismo e na ciência da religião.

A recepção e interpretação dos dados da revelação na experiência humana se constituem o leitmotiv da querela. Visto que a experiência salvífica de Deus transcende ao homem e se revela como mistério, não haverá uma expressão que a esgote e seja absolutamente adequada. Contudo, a partir de certo horizonte sócio-cultural mediatizada por perguntas que se fazem no contexto e das categorias explicativas disponíveis na ocasião, é possível “balbuciar o mistério salvífico”. Tal foi a tentativa dos Concílios universias da igreja em formular para sua época uma expressão inteligível dos mistérios da fé, como também se propõe (ou deveria se propor) a apologética moderna.

No atual debate do diálogo inter-religioso a pessoa de Jesus Cristo torna-se mais uma fez o foco. Historicamente, o cristianismo tem afirmado a exclusividade e a singularidade da salvação mediatizada e realizada por Jesus. E muito embora se reconheça uma ação da Trindade Econômica para além das fronteiras cristãs, os cristãos não admitem de maneira semelhante mediadores salvíficos na mesmíssima categoria de Jesus Cristo noutras religiões. Essa posição da fé cristã tem sido atenuada e posta em dúvida na modernidade para possibilitar o diálogo inter-religioso. Teólogos como R. Panikkar, M. Amadoss, R.Haight, P. Knitter e J. Hick entendem essa exclusividade como uma forma de superioridade e intransigência do cristianismo que impede o diálogo com outras religiões. Esses teólogos reinterpretam o caráter “único” de Jesus Cristo e o caráter “universal” de sua salvação, como um “símbolo cristão de toda realidade” (Panikkar), “ação universal do Logos não localizado num só ponto” (Amadoss), “presença de outros salvadores além de Jesus Cristo” (Haight/ Knitter), ou “capacidade de outros seres humanos poderem manifestar e mediatizar como Jesus o amor Deus” (Hick).

Todos esses teólogos reduzem e atenuam a revelação de Deus em Jesus Cristo e a singularidade da salvação por Ele mediatizada e efetuada. Todavia, suas teorias podem ser refutadas. A pretensão desses teóricos é simpática, mas não suficiente. Vejamos:

Primeiro, pela natureza pecaminosa dos supostos mediadores que por sua labilidade, pecaminosidade, egoísmo, interesse próprio e cobiça “turvam, deformam e falsificam a ação de Deus”.

Segundo, embora o Espírito de Deus tenha agido fora dos limítrofes do cristianismo ninguém ou nenhum suposto mediador, líder ou sábio (Yajnavalkya no hinduísmo; Mahavira no jainismo; Siddartha Gautama no budismo; Lao-tsé no taoísmo, etc.) recebeu-O ou acolheu-O totalmente e de um modo único como Jesus Cristo.

Terceiro, ao se verificar afundo essas religiões acima percebe-se como sua economia salvífica distingue-se da cristã, enfatizando obras e auto-conhecimento (karma marga e jnana marga no hinduísmo, por exemplo), purificação por meditação e ascetismo (jainismo), a negação de um divindade e o reconhecimento do próprio líder como divino (jainismo cujo líder Mahavira, o vigésimo-quarto tirthankara, negava a ideia de um ser suprema mas foi deificado por seus seguidores), entre outras questões cuja natureza e objeto não apenas distingue-se da salvação cristã em Cristo como também se opõe a revelação de Deus em Cristo.

Quarto, aceitar novos mediadores na mesma categoria de Jesus Cristo é negar o núcleo da fé cristã. Jesus não é apenas mais alguém na história que revela alguma coisa de Deus na imperfeição própria da condição humana. Ele é o único Salvador, não somente mediação manifestativa ou normativa, mas constitutiva da salvação. Ele é o Filho de Deus e por isso mediador único e universal da salvação e do próprio Deus. Jesus é uma pessoa concreta da revelação única e exclusiva de Deus e não uma expressão contextualizada dessa revelação.

Quinto, a ação do Espírito Santo como testemunhado pelas Escrituras não se acha da mesma forma ou equivalentes noutras religiões. Ele se manifesta fora do corpo visível da Igreja, mas não atua nos adeptos dessas religiões como ministra aos fiéis em Cristo, transformando-os em “outros Cristos”, “filhos no Filho”, assumindo a natureza concreta de Jesus.

Deste modo não há qualquer soberba, intransigência ou superioridade ao se afirmar que Jesus Cristo é o único realizador da salvação. Se é verdade que esta expressão da fé cristã tenha sido usada arrogantemente na história, como forma de dominação e eliminação de outras religiões, igualmente é verdadeiro que esse não foi o procedimento de Jesus Cristo. Ele esteve sempre próximo dos marginalizados, dos excluídos, dos pobres. Ele não discriminava ninguém por sua etnia, classe social, riqueza e privilégios. Jesus sempre revelou o amor incondicional de Deus pelo ser humano. Como, portanto, pode ser arrogante afirmar a salvação exclusivamente naquele que a todos amou indistintamente? Que prepotência pode haver naquele cuja natureza, missão e serviço são declarados positivamente em Filipenses 2? Assim como devemos separar a pedra do diamante, o ouro de sua impureza, devemos distinguir Jesus Cristo das expressões históricas do cristianismo.

Esdras Costa Bentho

Mestre em Teologia, PUC,RJ   Fonte CPADNEWS.com.br


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Só Jesus limpa a mancha no coração - Por Pr. José Wellington B. da Costa

Um homem limpava uma enorme vitrine usando uma escada. Com muito esforço, esfregava o vidro procurando tirar uma mancha, mas não conseguia. Embaixo, um menino que acompanhava o esforço do limpador sorria sem parar. Irritado, o homem lhe perguntou o porquê do riso. Ele respondeu: “Eu quero ver quanto tempo você levará para descobrir que a mancha está do lado de dentro”. Ou seja, o pobre homem queria tirar a mancha do lado errado! Desse jeito, ela nunca sairia mesmo.

Essa realidade se repete na vida de muitas pessoas. Muitas pessoas se encontram com problemas em seus corações, mas se voltam para a aparência externa como se o problema fosse externo. Com o desenvolvimento da ciência médica, os esteticistas conseguem tirar manchas na pele, restauram partes do corpo que foram mutiladas, fazem adaptações, enxertos, colocam botox, porém tudo do lado de fora, quando há pessoas com manchas na alma, no coração, na consciência. Alguns tentam limpá-las, mas polindo do lado errado.

De nada adianta vestir bem o corpo quando a alma está manchada pelo pecado. Há muita sujeira que necessita ser tirada: infidelidade, enganos, mentiras, calúnias que causaram danos etc. Só o bondoso Jesus pode tirar as manchas do lado de dentro.

Lembremos do cego de nascença de João 9, da mulher samaritana de João 4 e do endemoninhado gadareno, que depois de ser liberto por Jesus, encontraram-no assentado, vestido e em perfeito juízo (Lucas 8.35).  Não podemos esconder a nossa alma manchada dos olhos de Deus, pois Ele vê todas as coisas.

Há muitas crianças e jovens cujas manchas são congênitas, nasceram em lares com sérios problemas morais; são pessoas com péssima formação espiritual e de caráter, pois presenciaram seus pais e irmãos viverem com as mãos manchadas, drogando-se e prostituindo-se. Para os tais, escola, prisão, violência, nada resolve, só a operação do bondoso Jesus pode transformá-las. A mancha do pecado está do lado de dentro, só o sangue de Jesus pode limpar.

Davi clamava em Salmos 51: “Cria em mim um coração reto” e “Torna a dar-me a alegria da tua salvação”. Ele dizia: “Sara a minha alma, porque pequei contra ti”.

Em Salmos 41.4, vemos que o rei Davi, que parecia estar bem, estava, na verdade, manchado do lado de dentro, pois havia cometido um adultério e um assassinato. Tudo estava oculto, até Deus mandar o profeta Natã desmascarar o rei pecador. Davi confessou, arrependeu-se e Deus o perdoou, mas ele pagou um alto preço pelo seu pecado.

Não adianta trocar de religião, dar esmolas e até fazer sacrifícios. Não adianta lavar com sabão ou salitre. Só o sangue de Jesus nos limpa dos nossos pecados!

“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).


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Evangélico só deve votar em candidato evangélico? Por Pr. Ciro Sanches Zibordi

"Votei em Marina porque ela é evangélica e agora não voto no Aécio porque ele é maçom", dizem alguns cristãos mal-orientados. Ora, nós estamos em uma campanha para presidente da República, ou queremos que seja implantado no Brasil um Estado Evangélico?

Não tenho certeza de que Aécio Neves seja maçom. Mas, se ele o for, e daí?! Pior que ser maçom, católico, espírita, evangélico, budista, etc. é o presidente de uma República tomar decisões de acordo com uma ideologia despótica, como a gramscista, a estalinista, a hipermarxista, a chavista, a antiamericanista, a antissemita, a anticristã, etc.

Pensemos um pouco. O Brasil é um Estado de direito democrático e laico. A população brasileira é diversa. Já o Reino de Jesus Cristo não é deste mundo; é espiritual. Quem deseja que o Brasil seja um Estado Evangélico está muito equivocado, pois a missão da Igreja é apenas pregar o Evangelho. Seus membros, é claro, como cidadãos, devem desejar que o Estado ofereça a essa população diversa educação, segurança, bem-estar, transportes, saúde, etc. E não querer que o presidente seja desta ou daquela religião é um tipo de conduta fundamentalista.

Veja o caso do grupo terrorista Estado Islâmico (EI ou ISIS). O que esse monstruoso grupo quer? Estabelecer um Estado cem por cento muçulmano, em nível mundial. O evangélico que se preza não deseja, politicamente falando, que o Brasil seja cem por cento evangélico. Ele quer que haja justiça, que a corrupção seja sepultada. E que haja crescimento econômico, desenvolvimento, liberdade de expressão. E assim por diante.   Fonte: CPAD News


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O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.

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