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Posicionamentos |
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A Igreja e as autoridades
A Igreja respeita toda autoridade constituída e ensina seus membros a serem fieis e cumpridores de seus deveres, e obedecer
às leis do País.
A Igreja colabora com as autoridades restaurando vidas pela pregação da Palavra de Deus. Entre os membros da Igreja existe um grande
número de ex-viciados, ex-dependentes de todos os tipos de drogas, ex-criminosos de todos os tipos de crimes que foram alcançados pala
mensagem do Evangelho e tornaram-se pessoas dignas e honradas.
A obediência e submissão às autoridades são mandamentos de Deus. Rm 13.1-7. (A Igreja obedece
às leis do país quando estas não contrariam as leis de Deus At 4:19, At 5:29).
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A Igreja e o divorcio
O casamento é uma instituição divina (o que Deus ajuntou não separe o homem – Mt 19.6).
Portanto a Igreja considera o casamento indissolúvel; somente por infidelidade conjugal poderá ser dissolvido. Mas mesmo neste caso,
é melhor que haja perdão e reconciliação que separação.
A Igreja não aceita a infidelidade conjugal nem por parte do homem nem por parte da mulher. Ambos têm o dever
de ser fiel um ao outro e a Deus.
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A Igreja e o aborto
A Igreja considera o aborto crime hediondo. A lei de Deus diz: Não matarás. (Ex 20.13). Os defensores do
aborto argumentam que a mulher tem o direito de expelir de seu corpo aquilo que não lhe convém. Nem este nem qualquer outro argumento
fará Deus anular a sua Lei, e permitir que uma mãe mate seu próprio filho. Todas que assim procederem darão contas a
Deus e receberão a justa retribuição. (Is 59.3). Um único caso em que o aborto poderá ser praticado sem qualquer
objeção da Igreja é por questão terapêutica: se o médico atestar que a continuação de uma
gravidez coloca em risco a vida da mãe. Em mais nenhuma hipótese o aborto poderá ser praticado sem que se cometa grave pecado.
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A Igreja e o homossexualismo
A Bíblia nos informa que Deus criou homem e mulher. Macho e fêmea os fez. (Gn 1.27). Portanto qualquer
alteração neste princípio é abominação diante de Deus. Um homossexual pode aceitar Cristo e se tornar
membro da Igreja. Assim como qualquer viciado ou criminoso abandona sua vida de pecado e torna-se um servo de Deus, também o homossexual
abandona suas práticas pecaminosas e assume sua real identidade. (I Co 6.10; Rm 1.18-32).
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A Igreja e a eutanasia
Entende-se por eutanásia a antecipação da morte de um doente em fase terminal. Por estar doente
sofrendo dores horríveis ou mesmo a ânsia da morte, discute-se a legitimidade da ação de seu médico para
antecipar-lhe a morte. Nesta discussão uma parcela da sociedade aprova a eutanásia e até a considera uma caridade para com o
moribundo. Outra parcela se coloca na oposição não aceitando sob hipótese nenhuma tal prática considerando-a
ilícita e até mesmo criminosa.
A Igreja repudia a eutanásia. Somente Deus tem o direito de dar ou tirar a vida. O Senhor Jesus se apresentou como
sendo Ele o caminho e a vida. Ele é, portanto, a fonte geradora de vida. É muito louvável que os médicos apliquem
todos os recursos disponíveis para salvar vidas e nunca para antecipar a morte. Lemos na Bíblia a história do Rei Ezequias
que estava gravemente enfermo e cuja morte estava determinada pelo próprio Deus, mas diante de sua oração e suplica Deus lhe
restaurou a saúde e acrescentou-lhe mais quinze anos de vida. (Is 38.1-5). A Igreja louva a Deus pelo trabalho dos médicos e todos
os profissionais da área de saúde que tanto tem contribuído para minorar o sofrimento de milhões de doentes. A Igreja
o considera uma bênção de Deus. Temos o testemunho de muitas pessoas que estavam doentes já em fase terminal, tendo já
se esgotado todos os recursos da medicina, foram completamente restaurados pela interferência direta de Deus mediante a oração
dos seus servos.
Fonte: Site oficial da Assembléia de Deus - Min. Belém (www.ad.org.br)
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